Além do programa Menor Aprendiz, a empresa têxtil fornece bolsas de estudo aos colaboradores
BLUMENAU (SC) – Profissionais mais qualificados, melhor desempenho nas atividades, crescimento pessoal e, até mesmo, os primeiros passos no mercado de trabalho. Esses são só alguns dos benefícios do investimento em educação, um dos princípios seguidos pela Nilcatex Têxtil. A empresa incentiva a especialização dos seus colaboradores através de bolsas de estudo, capacitações e do programa Menor Aprendiz, implantado na empresa em 2008 e que oportuniza a inserção no mercado de trabalho e cursos de formação de adolescentes a partir dos 14 anos.
William José da Silva, 23 anos, hoje é analista fiscal na Nilcatex, onde atua há sete anos, desde que entrou para o mercado de trabalho através do programa voltado a jovens. “O Menor Aprendiz é muito importante, pois permite que jovens entrem no mercado de trabalho. É uma oportunidade para adquirir experiência profissional e pessoal, auxiliando, inclusive, na escolha do curso de graduação e carreira”, afirma. Para ele, o apoio da empresa aconteceu de várias maneiras. “Em primeiro lugar, foi acreditando no projeto e dando a chance para que um jovem pudesse se desenvolver profissionalmente, além de estimular a busca de conhecimento, cursos, treinamentos e crescimento profissional”, relata William, que é formado no curso de Ciências Contábeis, subsidiado pela empresa.
O auxílio-educação da Nilcatex permite que os colaboradores cursem o Ensino Superior ou Cursos Técnicos com bolsas de estudo que variam de 35% a 50% do curso, desde que seja relacionado à função exercida. O apoio da têxtil fez com que outros jovens também se aperfeiçoassem profissionalmente. Bruna Daniela Schwambach, 17 anos, que cursa administração com ênfase em finanças, é auxiliar administrativo há dois. “O programa é uma grande oportunidade de aprendizagem e para criar afinidades com algumas áreas, auxiliando na escolha do curso superior”.
A empresa só vê vantagens com os investimentos em educação, pois além da preocupação social, ela retém talentos e reduz o turnover. “É gratificante contribuir com a formação profissional dos jovens. Esse é o primeiro processo de inserção formal no “mundo adulto”. Não é apenas uma formação de mão de obra produtiva, mas sim, um momento de transformações para os jovens, que estão tendo o seu primeiro contato com o mercado de trabalho. É um processo educacional, de muito aprendizado”, explica a diretora da Nilcatex, Simone Oliveira. A experiência de cada aprendiz é de dois anos, após esse período muitos são efetivados. “O cotidiano do trabalho contribui para despertar no aprendiz a responsabilidade, disciplina, compromisso, respeito à individualidade de cada um e às regras de comportamento do grupo como um todo. Muitos deles são efetivados e seguem atuando nas unidades de Blumenau e Campo Grande”, comenta Simone.
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