De carro até o Uruguai (2)

Dia 4
Saímos logo cedo para Montevidéu. No percurso de cerca de duas horas passamos por dois pedágios. Cada um custa R$ 6,50. O carro ficou estacionado no próprio hotel durante toda a estada na cidade. Junto com uma dezena de outros veículos brasileiros. Optamos por circular a pé porque a capital uruguaia é de fácil locomoção. Logo no primeiro dia fomos conhecer a Ciudad Vieja, na região portuária. No dia 1º de janeiro não tem muito comércio aberto por lá. Apesar de ser uma grande cidade. Até restaurantes mantiveram-se fechados. Os dois que encontramos estavam lotados. E com muitos, mas muitos brasileiros.


Dia 5
Neste dia percorremos a Avenida 18 de Julho inteira. Fomos em busca do Estádio Centenário, palco da Copa do Mundo de 1950. O local tem o Museu do Futebol e a possibilidade de entrar e ver de perto o campo. Mesmo quem não curte o esporte deve se render ao passeio. De lá, pegamos um táxi (muito barato) até Pocito. O bairro chique está banhado pelo Rio da Prata. Nos arredores, prédios de alto padrão dão uma cara sofisticada ao lugar. A rambla (rampa em espanhol) é quase um calçadão e contorna toda a parte banhada da cidade.

Dia 6

Aqui foi o dia de conhecer o Mercado Agrícola. Mais uma vez fomos a pé. É uma boa caminhada. No dia anterior já tínhamos feito 23 quilômetros andando. Encaramos mais este percurso e valeu a pena. O local é muito simpático, com restaurantes, lojinhas e produtos agrícolas do Uruguai. Lugar perfeito para conhecer o doce de leite e seus subprodutos. Também conhecemos uma cervejaria artesanal.  


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