A cada novo projeto, momentos de tensão e nervosismo. O novo mexe mesmo com a cabeça da gente. E olha que eu já vivi a experiência de um intercâmbio há exatamente um ano. Fui para o Canadá e curti como ninguém a experiência. Agora, o caminho é um pouco mais longo. No final de outubro embarco para uma experiência de um mês na Austrália.
Alguns colegas e parentes já vieram perguntar sobre cangurus e outros bichos, tempo da viagem e a qual continente pertence o país. Mas o meu verdadeiro questionamento está relacionado ao inglês. Fui para o Canadá seis meses depois de ter iniciado um curso aqui no Brasil. Na minha adolescência acabei não tendo muita afinidade e somente quando adulto, numa viagem de turismo para Nova Iorque é que percebi a importância da língua. Comecei a estudar e daí pintou o Passaporte Oficina da minha vida.
Temeroso, mas adorando a novidade, encarei o desafio de 30 dias estudando inglês e vivendo o dia a dia de Toronto. Mas os sotaques, as expressões que eu vivia no Brasil, na minha escola de idiomas, seguiam essa tendência canadense/americana. Agora a situação é outra. Alguns conhecidos já me disseram que os australianos falam rápido, que o inglês é beeeemmm britânico, mas que vai ser uma experiência e tanto.
E eu acredito. Acredito e estou pronto para contar a vocês cada detalhe desta experiência de um novo intercâmbio aos 35 anos de idade. Passaporte já na mão e coração na contagem regressiva. Espero vocês para acompanhar essa viagem.










