BLUMENAU (SC) – Ações que promovam o desenvolvimento empresarial são importantes, mas nem sempre acessíveis. No mercado, cada empresa busca seu crescimento em meio ao turbilhão da competitividade. Para dar apoio aos empresários em meio aos processos gerenciais é que foi criado o Instituto Catarinense de Desenvolvimento e Defesa Empresarial (Incade). Para saber um pouco mais sobre as ações desenvolvidas por esta instituição catarinense, conversamos com o presidente do Incade, o advogado e professor Pedro Cascaes Neto. Ele explica como é a atuação da instituição e quais os benefícios que ela traz para empresas de Santa Catarina.
Como e em qual região o Incade atua?
Pedro Cascaes Neto – O objetivo do nosso trabalho é buscar e promover o desenvolvimento das empresas catarinenses. Sempre trabalhando para a construção de um ambiente que incentive a expansão dos negócios e promova o crescimento econômico, tudo com vistas à sustentabilidade e conservação do bem estar social. Temos a sede em Blumenau, mas atuamos com empresas e profissionais de todo Estado.
O Incade é uma associação de interesse privado, sem fins econômicos, de caráter organizacional. O que isso representa?
Pedro – O Incade é uma Oscip, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Este é um título outorgado pelo Ministério da Justiça após uma rigorosa análise da entidade e de seus dirigentes. Trabalhamos sem fins lucrativos, e sem qualquer vinculação político-partidária. Não temos também qualquer subordinação ou ingerência do poder público. Enfim, o Incade trabalha de forma livre e autônoma, sempre comprometida e submetida ao seu grande objetivo de defender e desenvolver a iniciativa privada e os conceitos de empresarialidade.
Como o Incade beneficia a economia catarinense e as empresas do Estado?
Pedro – Um dos nossos objetivos é promover a defesa empresarial. Trabalhando em prol disso em 2012 o Incade conquistou no Tribunal Regional Federal um importe beneficio aos associados. Eles não precisaram pagar as contribuições previdenciárias sobre as verbas indenizatórias pagas aos seus empregados. Ainda encampamos a campanha e demandas junto ao Poder Judiciário do Trabalho e junto ao CNJ, para que fosse excluído o Serasa Trabalhista, por considerarmos sua instituição ilegal e inconstitucional. E também enceramos com sucesso esta ação. Além disso, promovemos palestras com profissionais de gabarito nacional e eventos como a 1ª Conferência Nacional Direito e Empresa que visam promover o desenvolvimento empresarial.
Empresas de qual segmento podem se associar ao Incade?
Pedro – Todo tipo de empresa e profissionais que tenham como objetivo os mesmos nortes que o Incade prega. Que estejam dispostas a empunhar a bandeira da liberdade de atuação dos mercados, com vistas à preservação e valorização da empresarialidade, da livre iniciativa.
A sociedade em geral também é beneficiada de alguma forma?
Pedro – Sim, com certeza. Temos promoções para aprimorar o trabalho da iniciativa privada, e assim, beneficiar a sociedade como um todo.
O que vocês esperaram com a Conferência Nacional Direito e Empresa?
Pedro – Esperamos fomentar o debate e estabelecer diálogos entre os estudiosos e profissionais do direito empresarial, além da troca de experiências entre todos os envolvidos no evento, estudando e debatendo os cenários e perspectivas do direito aplicado às empresas. Temos a clara pretensão de estimular a comunidade acadêmica e empresarial da importância desta temática, bem como de que o direito não deve ser guardado a uma elite de juristas, mas compartilhado com o seu objeto de estudo, que são os próprios empreendedores. Esperamos um público de 500 pessoas para este evento tão importante que será realizado de 7 a 9 de novembro, em Blumenau.
Informações para a imprensa – Oficina das palavras:
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Incade – Instituto Catarinense de Desenvolvimento e Defesa Empresarial
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